sábado, 20 de novembro de 2010

Enquanto o amor não vem

"Sonhar nao paga, porem guardar lugar para um ser criado em nossas cabeças. é colocar um monstro em nossas vidas.

Deixando esse lugar vago para ninguem, perdemos as melhores oportunidades que outros esperam. Talves, a felicidade esteja a seu alcance, mais perto do que você imagina, porem a nossa segueira [egoísta talves], nos faz vagar por dias negros, pela nossa propria escolha ^^



Bjinhuuss Katiuska"



Minha amiga postou esse comentário acima referente ao meu último post. Concordo que devemos nos livrar das "roupas velhas de nosso guardarroupas". Concordo, concordo plenamente; concordo em gênero, número e grau!
Esse espaço, esse "lugar vago" - está aberto para quaisquer tentativas de aproximação. Porém, nunca são bem sucedidas. Não quero dizer, também - que nunca serão, que nunca funcionará. Acreditar, é a palavra chave!
Eu já esqueci por três anos, por um ano e meio... já me enchi de ilusões. Mas o final é sempre o mesmo: sempre há lágrimas, sempre há decepções, sempre há o "eu não quero me apaixonar de novo". E a gente se apaixona, porque o coração é bobo, o coração é esperançoso. Ele acredita além do que  podemos acreditar. Então o ciclo se repete, as situações se repetem...
E no meu caso, sempre me levam ao mesmo lugar: ao meu passado.
E cá entre nós - meu passado daria um filme de Hollywoody, daqueles de três horas e meia de duração.

Eu não quero desacreditar em nada; não quero fechar nenhuma porta e nenhuma janela. Eu não quero descartar quaisquer possibilidades de amores futuros. Tenho medo do dilaceramento? claro que tenho - quem não tem que atire a primeira pedra. Mas deliberadamente acredito. Acredito no amor, acredito que o tempo - o mesmo tempo que cura as feridas, ele pode trazer algo que me faça reescrever o meu último post. Eu quero acreditar que ele trará.
Mas meu sentimentos estão estagnados, eu parei de sentir impulsos amorosos. Talvez isso seja um bom sinal. Não que eu tenha parado de sentir, não - muito pelo contrário. Porém acho que o impulso é que nos leva à decepção. O impulso é quem nos faz acreditar no inexistente; em uma pessoa que na realidade existe só dentro de nós, é fruto da nossa cabeça. Uma projeção do que queríamos: a perfeição de um amor.
E a perfeição é uma utopia!

Então, para finalizar - quero acrescentar que minhas portas e janelas estão abertas. Que venha o amor. Sempre o amor!




Katty

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